Cicloturismo na Colônia

Em 2009, com o objetivo de ampliar e qualificar a oferta turística na área de abrangência da Acolhida na Colônia, foi iniciado o processo de roteirização para Cicloturismo. Somando-se à tendência nacional para  a prática desta modalidade em Santa Catarina, que já possui 2 Circuitos oficiais registrados e um considerável fluxo de cicloturistas, os Circuitos da Acolhida na Colônia trazem o diferencial do vínculo direto com o Agroturismo, valendo-se da estrutura já existente de pousadas, quartos coloniais, serviços de refeições e agroindústrias de pequeno porte, ao longo de caminhos bucólicos e recheados de atrativos naturais.
Neste mapa nº 1, são contemplados roteiros circulares nos municípios e rota de conexão entre Santa Rosa de Lima e Anitápolis. O Circuito ampliado ainda está em construção, tendo como próximas etapas a abrangência de Rancho Queimado e Urubici, as conexões entre todos os municípios e a expansão para outros territórios da Acolhida na Colônia.
Para organizar sua viagem, consulte as informações disponíveis e faça reservas das refeições e hospedagens, de acordo com sua escolha de roteiros.
Esperamos que você, colega cicloturista, tenha ótimas pedaladas e uma excelente Acolhida!

A proposta da Acolhida

A Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia foi inspirada na rede de agroturismo Accueil Paysan, que existe na França desde os anos 80. No Brasil, a experiência piloto iniciou-se no território das Encostas da Serra Geral, localizado entre o litoral e o planalto de Santa Catarina.
Sua história como promotora de qualidade de vida e alternativa de renda no meio rural é marcada por diversos prêmios, dentre eles: Destaque do Ministério do Desenvolvimento Agrário (2002), Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM/ONU – 2005), Destaque em Turismo Rural IPEQ (2006) e Projeto Generosidade da Editora Globo (2008).
Em 2007, a Acolhida na Colônia foi destacada como destino  referência em turismo rural, de acordo com o Plano Nacional de Turismo 2007/2010: uma viagem de inclusão.
Atualmente, a entidade atua em cerca de 30 municípios catarinenses, envolvendo aproximadamente 180 propriedades rurais familiares, numa rede de desenvolvimento comunitário, solidário e sustentável.